O objectivo do mapa abaixo reproduzido foi dar uma ideia aproximada, e não precisa, dos locais por onde passar as várias Unidades destacadas, de 1964 a 1974, para o Distrito do Niassa, actualmente Província.
LEMOS, NÃO NOS RECORDAMOS ONDE, ESTA AFIRMAÇÃO: NENHUM EXÉRCITO DE UM PAÍS DO HEMISFÉRIO NORTE SE SUJEITARIA A VIVER E A COMBATER NAS CONDIÇÕES EM QUE OS PORTUGUESES O FIZERAM
NA VERDADE O SOLDADO PORTUGUÊS FOI, DESDE SEMPRE, DOTADO DE UMA GRANDE CAPACIDADE E ADAPTAÇÃO AO MEIO ENVOLVENTE, SUPERANDO SEMPRE, COM ENGENHO, ARTE E, SOBRETUDO, MUITOS SACRIFÍCIOS FÍSICOS E MORAIS, AS ADVERSIDADES QUE A CADA PASSO LHES IAM SURGINDO.
RECORDEMO-NOS, POR EXEMPLO, DO MODO COMO VIVERAM OS BRAVOS SOLDADOS PORTUGUESES QUE PARTICIPARAM NA PRIMEIRA GRANDE GUERRA MUNDIAL.FAZENDO DAS TRINCHEIRAS, ONDE ESTOICAMENTE COMBATIAM, A SUA PRÓPRIA "HABITAÇÃO"
INSTALAÇÕES RUDIMENTARES
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| CHIULEZI, CANTINA |
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| LIONE CHUVEIRO |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1669
Companhia de Artilharia 2388
Companhia de Caçadores 1714
Companhia de Artilharia 1327
No Niassa, a Frelimo, a partir de determinada altura,passou a conduzir a guerrilha com duas finalidades bem distintas: Criar zonas libertadas e abrir corredores de passagem para se dirigir rumo ao sul. A fim de travar essas linhas de infiltração, foram criados alguns estacionamentos em pontos achados estratégicos, onde se aquartelavam companhias de intervenção. "América" foi um desses casos, pelo que em Julho de 1967 aqui acampou a Companhia de Caçadores 1669 que, a exemplo de muitos outros casos, teve que construir as suas próprias instalações, recorrendo, para isso, ao improviso. Este local foi abandonado definitivamente no início de 1969.
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| COZINHA |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Artilharia 2328
Companhia de Caçadores 1798
O Bandece, é localizado no caminho que ligava Maniamba a Vila Cabral, era um ponto estratégico de paragem, quer para as colunas que transitavam naquela picada, quer para os efectivos que dali partiam para diversas operações. A força estacionada no Bandece, ao nível de Grupo de Combate, prestava segurança e controlava, ainda a população aldeada, por sinal bastante numerosa. Contudo, de Janeiro a Junho de 1969, estacionaram no local duas Companhias em períodos diferentes e contínuos. As instalações, como as próprias imagens demonstram, eram muitíssimo deficientes.
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| UM GRUPO DE MILITARES DA CCAÇ 1560 EM 1967 |
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| AS PRECÁRIAS CONDIÇÕES, ANTIGA CANTINA CIVIL |
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| ASPECTO DESOLADOR DAS INSTALAÇÕES |
COMPANHIAS RESIDENTES
2ª/Batalhão de Caçadores 19
De Agosto de 65 a Agosto de 1971, estacionou nesta localidade a 2ª Companhia do Batalhão de Caçadores 19, da guarnição normal da Província. A partir desta data, Belém, passou a receber efectivos a nível de pelotão da Companhia sedeada em Nova Freixo. As instalações, segundo informações que colhemos verbalmente, eram satisfatórias, dado que a Unidade ali residente, durante cinco anos, foi efectuando sucessivos melhoramentos.
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| PORTA DE ARMAS |
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| OFICINAS |
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| Os nefastos efeitos de uma mina, na linha férrea entre Belém e Catur ao Km 673 |
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| Os nefastos efeitos de uma mina, na linha férrea entre Belém e Catur ao Km 673 |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1655
Companhia de Caçadores 2320
Companhia de Caçadores 2319
Companhia de Caçadores 2318
Companhia de Caçadores 2551
Companhia de Caçadores 2706
3ª/ Batalhão de Caçadores 19
Companhia de Artilharia 3557
Grupo Especial 104
E assim, pela manhã do dia 19 de Março, uma grande coluna de viaturas, constituída pela CCAÇ 1655 com as milícias do Roxo, larga para o desconhecido Candulo iniciando a operação "Passa a Bola". Demorou mais de um dia para percorrer os 110 Kms em que foi necessário parar 14 vezes para desatascar viaturas, E que se vê? Capim! Palhotas queimadas! Uma serra e um rio!
Voltou-se a Mecula com os "troféus". Passados dias começou então o verdadeiro êxodo da CCAÇ 1655 para o Candulo, onde nada havia e era preciso fazer o quartel.
Construíu-se um bom quartel, beneficiou-se a picada e reconstruiu-se a ponte sobre o rio Chiulezi, além de muitos pontões. 1)
1) Extraído do livro da história do BCAÇ 1906
CANTINA DIAS
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1470
Companhia de Artilharia 1542
Companhia de Caçadores 1794
Companhia de Caçadores 2409
Companhia de Caçadores 1793
Companhia de Cavalaria 2390
Companhia de Artilharia 2733
Companhia de Artilharia 3572
No final de 1965, face ao aumento da sublevação, operaram-se significativas movimentações no Sectot"A", recebendo, assim, este local a primeira Unidade militar, a CCAÇ 1470.
O nome do aquartelamento ficou a dever-se ao facto de ali ter existido uma cantina civil, cujo proprietário tinha o apelido Dias. As unidades ali residentes encontravam-se, razoavelmente, bem acomodadas. As instalações deixadas pela NT, após a independência, estavam a ser aproveitadas, em 2004, para ali se instalar um ambicioso projecto escolar. A partir de 1975, o local passou a designar-se por Nsanca, que significa, no dialecto local, "sofrimento.
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| Vista aérea do aquartelamento de Cantina Dias |
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| Aquartelamento de Cantina Dias |
CATUR
COMPANHIAS RESIDENTES
3ª Batalhão de Caçadores 19
Companhia de Caçadores 1608
Companhia de Caçadores 1936
Companhia de Artilharia 1626
Companhia de Cavalaria 2391
Batalhão de Caçadores 2895
Companhia de Caçadores 2418
CCAÇde Vila Cabra
Pelo Catur, que durante anos foi testa da linha dos Caminhos de Ferro de Nacala, transitaram milhares de militares que ali terminavam a sua viagem de comboio, para depois encetarem uma outra, bem mais perigoso, até aos mais dispersos e recônditos locais do Distrito do Niassa.
Ali se cruzavam "Chekas" e "Kokuanas", onde aqueles, com o medo do desconhecido estampado no rosto, querendo saber notícias dos estacionamentos que lhes eram destinados, interpelavam os "velhinho" (Kokuanas) nesse sentido. Estes, impondo o seu "estatuto de antiguidade", contavam histórias mirabolantes cujo objectivo era impressionar os novatos (Chekas). Nós próprios vivemos essas duas situações.
Em 31 de Dezembro de 1969, com a inauguração do troço até Vila Cabral. o catur perdeu um pouco o protagonismo até então alcançado.
Face aos sinais de regressão da actividade do inimigo no distrito, foi extinto, em 1970, o subsector ACT, com o comando nesta localidade
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| Aspecto geral do aquartelamento do Catur |
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| Repare-se no rebentaminas na frente da locomotiva |
CHICONONO
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Artilharia 2387
1ª Batalhão de Caçadores 16
A povoação de Chiconono, bastante populosa, era um alvo apetecido por parte da Frelimo, tendo em vista o aliciamento de elementos para incorporarem as suas filriras. Contudo, segundo apurámos, a população era fiel às NT, por considerar-se protegida e, de certo modo, laborar nas suas machambas descontraidamente. A própria Frelimo dava nota, numa mensagem captada em "Suahili", no segundo semestre de 1968, queixando-se da actividade das NT na região de Chiconono dizendo: parece estarem em toda a parte e que tudo destroem.
Relativamente ao estacionamento das Nossas Tropas em Chiconono, refira-se que as instalações eram bastante deficientes.
| Razão tinha a Frelimo quando se queixava de falta de apoio da população |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 2550
Companhia de Caçadores 2705
3ª Batalhão de Caçadores 19
Companhia de Artilharia 3556
Coube à Companhia de Caçadores 2550 a missão, partindo rigorosamente da "estaca zero", de construir um aquartelamento neste local. O estacionamento foi sofrendo, ao longo dss sucessivas ocupações, significativas melhorias como se verifica nos elementos que extraímos da História da Unidade que "fechou as portas" em Chiulézi.
A par desta actividade há que referir as obras de beneficiação do aquartelamento com a construção de abrigos e reconstrução do paiol subterrâneo.Iniciou-se, ainda, abrigos à prova de morteiros com seteiras. Iniciou-se a construção de um forno em tijolo que substituirá o morro de formigas onde, do antecedente, era cozido o pão.
Nos últimos dias do mês, empreenderam-se na sede obras de transformação do refeitório demolindo a construção improvisada de canas e troncos, a fim de serem erigidas paredes de blocos de cimento 1
Será que mereceu a pena tanto esforço e dedicação?...
1 História da Unidade --- BART 3887, CART. 3556
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| Uma "habitação" no Chiulézi |
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| Vista geral do estacionamento anos depois do início da construção |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 612
Companhia de Engenharia 521
Companhia de Cavalaria 754
Companhia de Caçadores 694
Companhia de Cavalaria 1507
Companhia de Caçadores 1559
Companhia de Artilharia 2325
O Cóbué, assinalado na parte superior do mapa de Moçambique, nas margens do Lago Niassa, encontra-se praticamente referido em todas as obras relacionadas com a Guerra do Ultramar, porquanto, ali teve lugar, em Setembro de 1964, o primeiro ataque da guerrilha no Distrito do Niassa. O alvo foi o posto administrativo.
Oas acessos ao Cóbué processavam-se através do Lago, em lanchas da Marinha, devido à inoperacionalidade das suas picadas.
Levando em linha de conta a forma como muitas Unidades se encontravam alojadas em diversos pontos do Distrito, pode considerar-se que as instalações eram muito satisfatórias, já que o Colégio S. Miguel, entretanto desactivado, servis, de forma considerável, as necessidades das Companhias que por ali estacionaram.
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| Manuel Pedro Dias à porta do Colégio S.Miguel |
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| O aquartelamento, o qual albergava elementos do Destacamentos Fuzileiros |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1796
Companhia de Caçadores 2468
Companhia de Cavalaria 2416
À Companhia de Caçadores 1796, do Batalhão de Caçadores 1955, que tinha como divisa os "Galgos", coube-lhe a missão de se instalar na margem esquerda do rio Lugenda, numa zona onde a Frelimo teve montada uma base de grande relevância, a "Base do Cassero". Assim em Agosto de 1968, o pessoal desta Unidade, "apetrechado de praticamente nada" como normalmente acontecia com outras Unidades em zona de guerra e não só, atravessa o Lugenda e procura no mato a terra, em dialecto indígena Líua, mais propícia para ergurem a sua nova "residência". Encontrada uma linha de água, indispensável para a sobrevivência, afirmam: É aqui. Assim nasceu, da junção das palavras Galgos + Líua, Galgoliua, terra de Galgos.
E, a rebolar lá se foram aos aabrigos
Pra se munirem de suas lanças e "musquetes"
Pois, já que esta é uma festa de amigos
Também queremos nós deitar nossos foguetes
Extraído dos versos "Pequeno almoço em Galgolíua" -- da CCAÇ 1796
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| Um abrigo para defesa do esstacionamento |
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| "dois abrigos" de protecção. Um de militares, outro protecção a uma criança |
ILHA DE METARICA
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Artilharia 2388
Companhia de Engenharia 2349
Companhia de Caçadores 2469
Companhia de Caçadores 2467
1ª Batalhão de Caçadores 17
O diapositivo militar no Distrito foi sofrendo, ao longos dos anos de conflito, sucessivas mudanças de acordo com o modo de actuar do inimigo, quer no campo operacional, quer no modo como se introduzia no terreno. Havia, por isso, que tentar eliminar as suas linhas de infiltração, reforçando-se as unidades em quadrícula nas áreas mais afectadas. O rio Lugenda era uma delas.
Assim, é criado este novo estacionamento, não propriamente na Ilha de Metarica, por razões óbvias de defesa, mas sim na sua proximidade, sendo escolhida a cota mais alta do terreno, para ali se construir, a partir do "nada", um estacionamento.
Coube essa missão à Companhia de Artilharia 2388
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| "Padaria" Imagem elucidativa das condições de vida do "Aquartelament" |
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| "Navegando" no rio Lugenda, nas proximidades da Ilha de Metarica |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 694
Companhia de Caçadores 1583
Companhia de Artilharia 2387
Companhia de Caçadores 2728
Companhia de Caçadores 3571
A construção da pista do Lione, com piso de saibre e cerca de 1000 metros de comprimento e 30 de largura, foi feita exclusivamente por pessoal desta companhia em cerca de 2 meses.
Construiu-se ainda o edifício do Comando, instalação para oficiais e instalações sanitárias, além de diversos melhoramentos não existentes e eliminação de todas as construções tipo palhota, abastecimento de água e luz que muito vieram beneficiar e contribuir para uma melhoria geral de bem estar e comodidade de todo o pessoal da Companhia 1
1 História da Unidade -- Companhia de caçadores 2728
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| Monumento erigido pela CCAÇ 2728 em memória dos seus mortos |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1608
Companhia de Cavalaria 2390
Na consulta que efectuámos na História das duas Unidades que estacionaram no Litunde, não encontrámos referência alguma à infra-estruturas do estacionamento. Sabemos, contudo, que foi a CCAÇ 1608 que iniciou a construção do aquartelamento.
Todavia, esta Unidade realça, na sua História, a intensa acçã psicossocial, junto da população, sobretudo na assistência sanitária, criando-lhe assim um sentimento de segurança junto das Nossas Tropas.
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| Na hora do rancho. Ainda sem refeitório nem cozinha |
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| Missa campal no Litunde |
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| Duas campas de militares situadas perto do Litunde |
COMPANHIAS RESIDENTES
1ª Batalhão de Caçadores 16
Companhia de Cavalaria 2415
Companhia de Artilharia 2371
Companhia de Artilharia 2387
Companhia de Artilharia 2490
As condições em que os nossos militares vivem são muito precárias. As instalações são deficientes. O reabastecimento torna-se difícil pela implantação de minas na picada. Não tem pista. Apenas existe um campo de futebol, onde os militares praticam desporto e serve de base para aterragem de helicópteros
1 História da Unidade -- BCART. 2898
Do livro: "Memórias do Sofrimento -- na guerra em Moçambique" de Alfredo Fonseca
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| Militares da CART.1542, no acampamento de Luatize, momentos antes de partirem para a operação "Rainha II", a qual apelidaram "Maldita" |
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| Militares da CCAV 2415 na "sala de jantar" do estacionamento |
LUNHO
COMPANHIAS RESIDENTES
1ª Batalhão de Caçadores 16
Companhia de Artilharia 2325
Companhia de Caçadores 2663
2ª Companhia de Engenharia
Companhia de Caçadores 2623
Companhia de Caçadores 3392
Companhia de Caçadores 4141
Companhia de Artilharia 7260
O Lunho era conhecido pela quase totalidade dos operacionais das Unidades estacionadas na região, que por ali transitavam para efectuarem operações de média e grande envergadura. O seu nome espalhou-se não pelas melhores razões, para além "fronteiras" do subsector que integrava, o qual era apelidado de "Estado de Minas Gerais" pelo facto do inimigo ali implementar grande quantidade de minas.
As instalações, segundo apurámos, pouco melhoraram nos anos seguintes a 1967, data em que as conhecemos. O zinco e as chapas de bidons de combustível era o material de construção predominante. Certamente, os que por lá passaram, a partir de 1968, estarão recordados da "Capela dos Bidons", construída com aquelas chapas pelo pessoal da CART 2325.
Todavia, aquele local ficou, "imortalizado" através da balada que lhe foi dedicada, o "Hino do Lunho", com música dos "Vampiros" de Zeca Afonso e letra do alferes Carvalho ("Carvalho"). Era tradição, após as refeições, serem os "visitantes" presenteados com aquele Hino. Nós próprios, decorridos mais de quarenta anos, parece-nos ainda ouvir o eco produzido por aquelas dezenas de vozes, já "endurecidas" pelos muitos meses de comissão.
Quantas Mercedes senhor capitão
Até agora foram fornicadas
Eu bem lhe disse que pusesse os homens
Detectando minas fazendo emboscadas
Fazendo a estrada sobre o chão de greda
Fazem-se aterros, pontes e pontões
Ouvem-se tiros lá emboscada
Aqui no Lunho é que há leões...
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| "Pioneiros do Lunho"- o comandante do Pelotão de Sapadores do BCAÇ 598, à porta da sua "residência" |
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| Destacamento "X" entre Nova Coimbra e o Lunho. Com a granada a fazer um manguito o célebre alferes Carvalho "100" autor do Hino do Lunho |
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| Aquartelamento do Lunho. Militares da 2ª Engenharia e da 1ª do BCAÇ 16 |
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| A velha ponte do Lunho. |
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| Capela dos Bidons. Aquartelamento do Lunho |
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| Militares da CART 2325 a rezarem na Capela do Lunho |
MACALOGE
COMPANHIAS RESIDENTES
1ª Batalhão de Caçadores 298
Companhia de Caçadores de Vila Cabral
Companhia de Caçadores 1870
Companhia de Caçadores 1471
Companhia de Artilharia 1541
Batalhão de Artilharia 1885
Batalhão de Caçadores 1934
Batalhão de Caçadores 1795
Batalhão de Caçadores 2853
Companhia de Caçadores 2408
Companhia de Caçadores 2409
Companhia de Caçadores 2418
Batalhão de Caçadores 2908
Companhia de Caçadores 2667
Batalhão de Caçadores 3851
Companhia de Caçadores 3396
Batalhão de Caçadores 5011
Quando o conflito armado deflagrou no Niassa, já existiam forças militares neste local, um pelotão da Companhia de Caçadores de Vila Cabral. Todavia, como recrudescer das acções inimigas na região e pelo facto do Batalhão de Caçadores Eventual nº7 e ter visto despojado de uma faixa do território ao longo do eixo de Pauilia Macaloge, é intercalado um Batalhão nesta localidade, que passou a ser sede de subsector. De início, as forças aqui estacionadas, foram confrontadas com muitas contrariedades, nomeadamente as referentes à logística as quais, com o decorrer do tempo, foram sendo colmatadas.
A par da acção operacional, praticavam ainda as Unidades ali estacionadas valorosa acção humanitário juntos da população.
Desenvolveu-se anda neste período, eficiente acção psico-social,com distribuição de uma refeição diária, de café com leite, a cerca de 90 crianças da Escola Primária de Macaloge e as pessoas mais necessitadas, velhos e velhas dos aldeamentos existentes nas imediações da mesma localidade"1
1 História da Unidade - Batalhão de Caçadores 2908
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| Porta de Armas da CCAÇ 1471 em 1965 |
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| Panorâmica geral do aquartelamento |
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| Refeitório da CCS do BCAÇ 3851 |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1573
Companhia de Caçadores 1592
Companhia de Caçadores 1799
Companhia de Caçadores 2623
Companhia de Artilharia 2734
Companhia de Cavalaria 3575
Assim iam as obras em Malapisia:
"Durante esta ano que termina foram efectuados, pela Unidade, vários trabalhos de melhoramentos no aquartelamento. Entre os mais importantes consta a construção de uma caserna para praças, início de uma outra e a construção e aumento da pista de Malapisia.
Iniciaram-se também as Escolas Portugalizantes para adultos nos aldeamentos pertences à zona da companhia" 1
1História da Unidade - Companhia de Artilharia 2734
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| Aspecto do estacionamento aquando da ocupação pela CART. 1573 |
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| A candura da imagem dispensa legenda |
COMPANHIAS RESIDENTES2
2ª Batalhão de Caçadores 15
Companhia de Artilharia 1598
Companhia de Caçadores 1631
Companhia de Caçadores 2419
Companhia de Artilharia 2453
Companhia de Caçadores 2550
Companhia de Artilharia 2764
Grupo Especial 401
Companhia de Caçadores 4242
Os excertos que a seguir se transcrevem foram respigados dos louvores concedidos a militares da CART. 1598 que contribuíram, sobremaneira, para erguer o aquartelamento de Mandimba;
"Porque tem sido encarregado da direcção e formação da equipa para construção do aquartelamento novo, se houve com muito acervo, tendo conseguido reunir sob o seu comando uma equipa exemplar..."; "Porque, fazendo parte da equipa de construção do Aquartelamento Novo, que incluiu a vedação do arame farpado, construção de seis edifícios, revelaram sempre ser militares extremamente correctos..." "...Acresce ainda que, além das suas qualidades como operacional, tendo sido encarregado pelo Comando de montar a instalação eléctrica no aquartelamento, o que fez com muito acerto e cuidado...! 1
1 História da Unidade - Companhia de Artilharia 1598
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| O Aquartelamento de Mandimba |
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| Inauguração do Monumento erigido pela CCAÇ 1560, em memóriados seus mortos. A cerimónia teve lugar em 21-1-1968 e foi presidida pelo comandante do Batalhão de Caçadores 1891 |
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| IN MEMORIUM ao mortos da CCAÇ 1560 |
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| 36 anos depois o Alf. Oliveira da 1560 contempla o Memorial já sem a Cruz de Cristo ainda se lia: Eis Precisamente Como Se Escreve a História" |
Companhia de Caçadores de Marrupa
Comando de Agrupamento 1979
Companhia de Engenharia 1531
Companhia de Caçadores 1574
Pelotão de Intendência 2017
Batalhão de Artilharia 2839
Batalhão de Artilharia 2869
Companhia de Engenharia 2349
Companhia de Caçadores 1669
Companhia de Cavalaria 2416
Pelotão de Reconhecimento 1166
Pelotão de Reconhecimento 2101
Comando de Agrupamento 2963
Marrupa acolhe em 1964, a primeira Unidade a nível de Batalhão. Com o evoluir da situação, no segundo semestre de 1966, foi constituído o Sector "E"cujo comando se instalou nesta localidade. Com o regredir da actuação da Frelimo no Niassa, este Sector é extinto sendo a área dos EME e EMU , absorvidos pelos Sector "A".
Relativamente às instalações, segundo o que apurámos, satisfaziam as necessidades das Unidades ali estacionadas. Além do Comando do Sector e do Batalhão se encontrava ali aquartelada uma Companhia operacional.
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| As instalações do Batalhão. Em primeiro plano crâneo de um elefante que, segundo constava, era o símbolo da companhia que construiu o quartel. |
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| A companhia de caçadores de Marrupa perfilada na parada |
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1572
Companhia de Caçadores 1671
Companhia de Caçadores 2418
Companhia de Cavalaria 2391
Companhia de Caçadores 2623
Companhia de Caçadores 3468
Companhia de Caçadores 3393
1ª/Batalhão de Cavalaria 8420
Grupo Especial 107
Ao falarmos do aquartelamento de Massangula, temos que, forçosamente, associá-lo ao "caracol do Catur". Na verdade, e enquanto o trajecto para a capital do Distrito, via Nova Guarda, não não se concluiu, era utilizada a emblemática (pela negativa) picada Catur/Vila Cabral com passagem obrigatória por Massangulo, onde as inúmeras colunas militares que por ali transitavam, paravam para ganharem fôlego a fim de enfrentarem a passagem pelo fatídico "caracol do Catur" onde o inimigo, infelizmente, para as nossas tropas, tantos êxitos obteve.
Não muito longe do aquartelamento encontrava-se (ainda funciona) a Missão de Messangulo, fundada em 1922 pelo padre missionário Pietro Calandri
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| A Igreja de Massangulo |
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| O Bart.1893 distribuía diariamente uma refeição a todas as criança de Maúa |
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| As excelentes instalações do aquartelamento de Maúa |
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| Aspecto geral do Aquartelamento |
Ao falarmos de Mecula temos que associar o seu nome a uma outra guerra ali ocorrida em 1917, a invasão do território português pelos alemães.
Na verdade, na serra de Mecula travou-se uma dura batalha, onde os portugueses resistiram tenazmente durante quatro longos dias, ao fim dos quais sucumbiram às armas do inimigo, muito mais numeroso.
Meio século depois, Mecula volta de novo a ser palco de guerra.
Muito antes da primeira Unidade, a nível de Companhia, ocupar Mecula, já ali se encontrava instalado um Pelotão da Companhia de Caçadores de Marrupa. Todavia, face à preocupação denotada pelo aumento da ameaça e da penetração do inimigo na zona norte do Sector "E" (Sede em Marrupa), é intercalado, em Fevereiro de 1968, um novo comando de Batalhão (BCAÇ 2836) em Mecula, dando, assim, origem a novo subsector (EME). Mais tarde com a extinção do Sector "E", que foi absorvido pelo Sector "A" (Vila Cabral), o subsector EME passa a designar-se por AML, não mais sendo alterado até final do conflito.
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| O mesmo Monumento, mas duas nações |
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| D.Eurico Dias Nogueira Arcebispo de Vila Cabral a presidir a uma Missa Campal por intenção dos mortos do BCAÇ 2836 |
COMPANHIAS RESIDENTES
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| Assim viveu, neste local, a CCAV 2391 |
Para ilustrar esta nossa afirmação atente-se neste texto: "Por outro lado já a Companhia tinha tomado consciência das instalações do aquartelamento. Como necessidades prementes, surgem a construção de um paiol à prova de morteiro e a de um refeitório que permitisse às praças tomarem as refeições sem estarem sujeitos à chuva que acrescentava a sopa e diluía o molho. O refeitório existente, então, era uma cubata com dimensões grandes e mesas típicas de cana de bambu em que por vezes tinha a função de exercitar os amadores de futebol quando apanhavam com os pés os talheres e o próprio pão 1
1 História da Unidade -- Companhia de Caçadores 2451
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| Quem passava por Meponda tinha que tirar fotos no nicho Dois militares da CCAÇ 1558 de passagem por Mepond |
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| As Flats dos Furrieis |
Batalhão de Caçadores 598
Batalhão de Caçadores 1891
Batalhão de Caçadores 2906
Batalhão de Caçadores 3850
Batalhão de Cavalaria 8420
Operacionalmente falando, esta localidade, foi, desde muito cedo, sede do Comando de batalhão, pois em Agosto de 1965 ali se instalou o BCAÇ 598. Com a divisão da ZIN em Sectores, Metangula passa a sede do chamado subsector do Lago
METARICA
COMPANHIAS RESIDENTES
Companhia de Caçadores 1631
Companhia de Caçadores 2450
"É para vós bravos rapazes da CCAÇ 1631, bons soldados de Portugal, a quem me dirijo na esperança que a minha mensagem há-de ser, para vós o testemunho vivo da gratidão de que a Pátria vos presta, após 18 meses de sacrifícios, de suor, de mil sobressaltos e dúvidas que assolaram o vosso espírito. Enfim, de um longo trabalho cujos resultados são para sempre a marca indelével da vossa passagem em Moçambique e, de modo especial, em Metarica. Não haveis de vos arrepender dos duros patrulhamentos para Txatxe, Matábue, etc.. e das incursões ao temível Lugenda, nem por deixardes em Metarica belos edifícios, por vós levantados, trocados por outros talvez menos cómodos...." 1
1) Respigado do nº 1 de "O Matarruano", jornal da CCAÇ 1631
MIANDICA, "Terra do outro mundo"
Como, já dissemos, não é nosso propósito fazer referência aos destacamentos, nos quais se concentravam forças militares a nível de pelotão ou secção. Se tentássemos fazê-lo, corríamos o risco de omitir grande parte deles, visto não existirem obras de consulta para esse efeito, a não ser os relatos verbais, ou as Histórias das Unidades.
Acontece, porém, que muitas dessas Histórias, além de incompletas, se limitam a transcrever, de forma muito resumida, os factos mais relevantes. Por isso, e face ao grande número de destacamentos que existiram, seria, da nossa parte, utópico fazer o seu levantamento. Contudo, não queremos deixar de referir um, pelo protagonismo que ganhou, pelos piores motivos, no Niassa Ocidental, o de Miandica.
Estamos em crer que este destacamento , pelas suas condições de ocupação e localização, servirá de "porta-bandeira", para representar todos os outros espalhados pelo distrito do Niassa.
A região de Miandica era uma zona onde a Frelimo se encontrava fortemente, construindo ali algumas das suas bases mais importantes, nomeadamente a de Mepotxe. Era o centro nevrálgico da subversão. Assim, os "visionários" altos comandos do Sector, decidiram, para travar o í ímpeto da Frelimo, que a solução ideal seria instalar em Miandica o Comando de Batalhão que tivesse a seu cargo área do Lago.
Aquele futuro "quartel" seria, segundo palavras que nós próprios ouvimos no local ao 2º comandante do Sector, na visita que efectuou em Abril de 1967, "um punhal cravado no coração do inimigo" Vai daí, foi ocupada a região da antiga povoação de Miandica estabelecendo-se o estacionamento, junto ás margens do rio Mecondece, em 22 de Setembro de 1966, por um pelotão reforçado da CCAV. 1507 do BCAV 1879. Com a mudança operacional no subsector, Miandica passou a ser ocupada por pelotões, primeiro, da CCAÇ 1559 e depois da CCAÇ 1558 do BCAÇ 1891. Decorrido um ano nova mudança se operou na região, pelo que é a CCART. 2325 do BCART. 2838 que destacou o seu pelotão para a "terra do nada" Foi eférema a estadia desta força em Miandica, porquanto, o COMSEC, determinou, a 3 de Abril de 1968, a extinção deste destacamento por se saber da intenção da Frelimo atacar, com grandes efectivos, pequenas frças da NT..
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| Rio Mecondece. Ida à água. Um inferno |
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| Um barril apodrecido, um saco de cimento abandonado, construíu-se este marco que assinala a passagem do 1º Pelotão CCAÇ 1559 do BCAÇ 1891 |
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| Quatro graduados junto à placa que os identifica"CCAÇ 1558, Fur. Amadeu, Alf. Monteiro, Fur. Matos, Fur. Júlio, Nov. 1967 |
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| O Alf. Curto da CAÇ 4141, junto das marcas, deixadas6 anos atrás pelos militares ali residentes. Nos escombros estava a placa com o nome dos graduados da 1558 |
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| Novembro de 1967 de Miandica obuses aracaram a base de Mepotxe da Frelimo |
Companhia de Caçadores 695
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| Vista aérea do aquartelamento e área circundante, anos mais tarde após ocupação |
| Tosco"edifício" que serviu de depósito de géneros |
| No início da ocupação. O recurso às tendas de campanha foi a solução |
| Ainda na fase de construção e construção A Bandeira Nacional hasteada em Muembe |
Companhia de Caçadores 1560
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| Desolador aspecto encontrado pela companhia de Caçadores 1560 |
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| Drº Poças, médico da CCAÇ 1560 junto aos seu consultório |
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| Início da construção pela CART. 1626 |
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| Exposição do material capturado, na operação "Vendaval" pela CART. 1626 |
Companhia de Caçadores 1798
| Aspecto geral do estacionamento Teleférico situado na margem direita doo Lugenda. Servia para o transportar pessoal e abastecimentos para Galgolíua na outra margem. |
| Sequência de imagens, que dispensam legendas, captadas na região de Murama |
Companhia de Caçadores de Nampula
| Um aspecto do que dizem ser um quartel |
1ª/Batalhão de Caçadores 17
| O aquartelamento, construído no sopé da serra |
| Na Parada do Aquartelamento. Atrás uma placa anunciar a presenças das CCAÇ 2319 e 2320 |
| Balneário das praças |
| Balneário dos graduados |
| 1967-Hora do Rancho em Nova Coimbra |
| 1967. Posto Médico em Nova Coimbra |
| 1967. Confraternização |
| Vista aérea de Nova Coimbra |
| Recepção dos Kokuanas (Veteranos) ao Chekas (Novos) |
| Armazém do Pelotão de Intendência |
| Messede Sargentos |
| Aeródromo Base nº6 em 1974 |
| Messe de Oficiais e Sargentos da CART. 2374 |
| Confraternização de elementos da CART. 2374 |
| Quartel de Nova Viseu |
| Na messe, por sinal bem arejada.... |
| Vista geral |
Companhia de Caçadores 3395
| Início da construção do "quartel", nunca acabado |
| Construção já em fase um pouco adiantada |
Companhia de Caçadores 1797
Companhia de Caçadores 1619
Companhia de Artilharia 2327
Companhia de Artilharia 2388
1ª/ Batalhão de Caçadores 18
Grupo Especial 105
Grupo Especial 220
| Início da construção do Aquartelemento |
Companhia de Caçadores 1794 3ª Batalhão de Caçadores 3867















































































